quinta-feira, 6 de maio de 2010
Never Stop Dreaming
Já fazia tempo que chovia na tarde de hoje, mas Orli não pensava em outra coisa ao não ser encontrar Julliete. Sem se quer uma capa de chuva para se esconder do temporal e do frio que fazia, Orli já não tinha uma peça de roupa seca. Nesse exato momento não passava perto da cabeça de Orli que ele poderia ficar doente. Buzinas de carros, cachoeiras de água descendo pelas esquinas das ruas, espirros de água jogados pelos automóveis, nada disso atrapalhava o objetivo de Orli. Cansado já sem fólego nenhum, o único incentivo que havia em Orli era saber que na próxima esquina chegaria na casa de Julliete. Sem mais pensar em nada, certo do pedido que tinha a fazer a Julliete, Orli não via a hora de encontrar a sua amada. Virando a esquina, um pouco distante estava ela, Julliete, toda preparada para o frio que vinha fazendo e com um guarda-chuva enorme sobre seu corpo. Orli apressou seus passos e sussurava para si mesmo "Marry me Julie". Exausto, sem forças para pronunciar poucas palavras enfim, Orli chega ao encontro de Julliete. Já cansado, Orli se assusta com a confusão que vê em sua frente na porta da casa de sua amada. Joseph, pai de Julliete vem as preças em direção a Orli e dirige a sua palavra "Olha quem apareceu, veio parabenizar Julliete pelo seu noivado?" Sem enteder, Orli responde - "Eu mal cheguei e vocês já estão comemorando o noivado?". Sarcasticamente, Joseph apoia a sua mão sobre o ombro de Orli e diz - "Não meu filho, o filho mais novo dos Austen acabou de pedir a mão de Julliete em noivado". Para Orli foi como se o tempo tivesse parado naquele instante. Já cansado, Orli acorda suando, assustado gritando pelo nome de Julliete. A única informação que temos até hoje foi a que Julliete casou com o filho mais novo dos Austen e tiveram dois filhos. E Orli nunca mais ninguém viu, alguns dizem que ele morreu e outras falam que ele agora vive trancado em seu quarto sem ver a luz do dia e só chora e grita pelo nome de sua amada Julliete.
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